• Tarik Fernandes

    Olá Mileniados, cheguei aqui pelo twitter da Marina. Gostei do episódio, vocês abordaram vários lados da “gourmetização”. Meus comentários sobre o tema: eu adorei esse movimento de gourmetização (inicialmente), pois trouxe mais cuidado com o produto e com os processos. Não sou fã dos “podrões”, esses lugares ditos de raiz que não tem muito apreço por limpeza e atendimento ao cliente. Prefiro muito mais um foodtruck limpinho, com um produto bem feito e bem pensado, e um bom atendimento. Porém, realmente o termo foi esvaziado de significado à medida que tudo virou gourmet. E odeio pagar mais do acredito que aquele produto vale, mesmo que esteja dentro do meu poder aquisitivo, é questão de ser justo. Encerro aqui senão escreverei demais. Abraços.

    • Marcelo De Matos

      EU LEMBRO DAQUELE CAMARÃO GOURMETIZADO NA CCXP 2016.

    • Marina Ribeiro

      Olaaa Tarik! <3
      Adorei a surpresa de ver seu comentário aqui hehehe Por favor continue 🙂
      Então… acho que a ideia de higienização e seleção de produtos de qualidade não devia ser Goumet! É uma questão de bom senso!
      Eu como moro sozinha e terminando a faculdade, sou bem chata com estas coisas. Já passei muito mal comendo os ditos 'podrões'… Não consigo de forma NENHUMA comer cachorro quente na rua. Só como se for feito em casa, lembranças de uma intoxicação alimentar.
      O problema maior é o floreio ao simples e o lucro exagerado com isso. Talvez o pior é quem se sujeita a isso.:p

      Volte sempre 🙂
      Abraço!

  • Marcelo De Matos

    Comecei a ouvir com um baita pé atrás, pq não curto piadas com comida, podem me julgar. (um dia explico, em video =p)
    Mas, vcs foram muitos respeitosos com a comida então eu gostei. =D Por sinal ficou sim excelente esse cast.

    Sobre Gormetização NUNCA curti, prefiro sempre Rodizio: Churrascaria, Pizzaria (a minha sem queijo por favor) e caldo de cana com pastel, etc. Quando a gente jogava RPG em floripa costumávamos pedir uma porção de camarão e uma de fritas no BOCÃO LANCHES, vinham duas caixas de pizza gigante cheias uma de batata frita e outra de camarão, barato, gostoso e de procedência duvidosa.. Saudades…

    E fora que sou uma pessoa bem chata pra comida, cachorro quente? Pão e salsicha, sem molho, no máximo milho. Não como nada com queijo, não como catchup, mostarda, maionese e molhos em geral. Meu hamburguer é pão, carne, presunto e bacon.

    Continuem esse excelente trabalho e já to achando que não vou gostar do proximo, provem, novamente, que to errado.

    Ps: Comentei muito pouco no cast passado pq ele foi sobre Lingerie Day e Nude… e eu nem sabia que isso existia… =x

    • Marina Ribeiro

      Olá senhor!
      eu tb nao gosto d piada com comida. A ideia maior sempre foi o movimento da gastronomia em si. A gente nem foi taaaaao respeitador assim… Teve umas salsichas/linguiças na boca rolando hahahah

      Eu sou da maxima que gosto de comida. Pode ser chique ou simples. Tem q ser limpa e gostosa. 😛 Se for barata é melhor ainda.

      Minhas restrições com comida são bem simples. VC é chato pra comer hahah.

      Olha! a gente pode te surpreender com o proximo 😛 Como foi com esse

  • Gharcia

    Olá MilenialsCasters!

    Primeiro: peça pra alguém pra fazer um café sem açúcar e um com açúcar.
    Sem que vc saiba qual é qual, cheire.
    Se vc não consegue diferenciar, pelo olfato, qual é qual, lamento.
    Nada é gourmet pra você. Vc não diferencia as nuances que fariam a composição daquele prato que se diz “gourmet”. E, ainda assim, é possível que quem compôs o prato tb não consiga.

    Estabelecido que vc não tem olfato e nem paladar pra isso, se divirta.
    Eu tive oportunidade de comer no Bistrot de Paris. Excelente experiência. Serviço completo, comida excelente, acompanhada de ótimos vinhos. Mas é caro.

    E, do mesmo modo, me encanta o X galinha dos terminais de metrô.
    A carne cozida da Tia Nena, na garagem da casa dela, aqui na lapa.

    Eu aprendi a cozinhar com a Mãe que, nascida fluminense, cresceu em Minas, criada por mineira.
    Ela, nascida em 1932; Minha vó, possivelmente, no ventre livre.
    Então, conheço demais da conta a cozinha mineira. Então fica difícil aceitar comida ensossa.
    Tenho ótimas dicas de onde comer em SP, independente de preço.

    Outra: Eu não uso cabelo. E raspo. Anos e anos com navalha, pq adquiri habilidade pra isso.
    Mesma coisa com cavanhaque. Faço em casa, anos e anos sem ir em barbearia.
    Hoje em dia, levo meu pai pra cortar as madeixas no salão hipster que tem aqui no bairro.
    Eqto ele é atendido, eu tomo uma Norteña, e sigo feliz com menos de 50 pilas.
    Barba e unhas dele eu faço. Mas cabelo nem faço ideia de como faz. Preço justo.

    Deixar uma nota: nesse episódio o ritmo dos participantes está perfeito. Foi muito dinâmico, divertido e simples de ouvir. Sigam assim, melhorando.

    Vcs falarão sobre consumo de mídia, streaming e pirataria? Seria ótimo.

    Excelente episódio.

    Abraços e Sucesso!

  • Marina Calixto Cunha

    Vamos lá para meu calcanhar de Aquiles. Como sabe, quando eu resolvi bancar a louca e empreender, lá pelos primórdios dos anos 2010/2011 Uberlândia era uma cidade onde não se encontrava um curry. Abri uma “birosquinha” para vender produtos para quem gosta de cozinhar… fui ingênua e mandei um Gourmet no nome. Ainda não era moda… hot dog continuava sendo hot dog. A ideia era abrir um bazar para quem gostava de cozinhar.. a ideia era a pessoa ser gourmet e não a comida, pena que não deu certo. O movimento de gourmetização, como tudo no Brasil, é uma banalização. Não se respeitam as características ricas e regionais da comida e passam a desconstruir tudo, subir o preço e entregar algo lindo, mas muitas vezes sem alma. Criam nomes pomposos para coisas simples… Parece aquele casal caipira que, quando vai para festa na cidade grande, coloca tanto perfume que ninguém passa a suportar.
    Só acho que apesar de todo o lado ruim, muita gente perdeu o medo do fogão e passou a cozinhar, passou a exigir ingredientes melhores, o padrão geral acaba subindo (ainda que pouco).

    • Marina Ribeiro

      SIIM!! Essa onda de perder o medo eu achei Maravilhosa!!

      Mas a ‘experiencia’ envolvida com o gourmet ficou horrivel… é triste q gerou só coisas caras…

  • Miguel Nakajima Marques

    Olá Millenial casters,
    Ótimo episódio!
    Sobre pipoca gourmet: Lembro de quando provei a pipoca vendida em um carrinho na frente da escola. (cerca de 1997) Tinha pimenta e queijo ralado. Pra mim que só conhecia pipoca com sal, foi um mundo novo se abrindo!
    Um ponto positivo que a gourmetização trouxe foi a popularização dos “trailers de comida étnica”. Ou seja, os food trucks com comida de outros países. Isso deu a oportunidade para muitos imigrantes e refugiados de conseguirem uma renda. (mesmo que fora da especialidade em que eles trabalhavam no país de origem). Conheci alguns Equatorianos e Sírios que conseguiram viver vendendo comida típica do país deles a preços bem mais altos que o normal.

    Uma crítica que espero que seja construtiva: Achei que a vírgula sonora ficou um pouco repetitiva e longa demais. Alguns blocos acabaram ficando curtos e isso fazia com que a vírgula se repetisse várias vezes em um curto espaço de tempo.

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