• Professor Felipe

    Só queria deixar claro que estarei na CCXP dormindo pq final de ano na vida de professor é dureza.

  • Marcelo De Matos

    Olá amigos! O cast ficou com um chiadinho no fundo que irritou no começo, mas logo acostumei, teriam vcs mexido com forças que não deviam? Fico imaginando se não havia um urologista com o querido Vudu durante a edição, me pareceu que esse chiado tinha um DEDO de alguem.

    O conteúdo do cast excelente como sempre gargalhei em muitas partes vcs estão cada vez melhores, com piadinhas fechando os blocos, profissionais.

    Acho que a unica coisa que ficou de fora foi o motivo de todos os seres sobrenaturais terem desaparecido, a sua alergia a celulares smartphone. pois despois que as pessoas passaram a ter celulares capaz de bater foto as histórias sobrenaturais deixaram de existir…

    o que é triste antigamente elas “aconteciam” e ninguém tinha como provar. e hoje que teríamos como provar elas param de acontecer…

    amo o cast e no aguardo do próximo episódio.

  • Ciana

    Queria registrar que a lenda da moça do banheiro é excelente para causar o caos em uma escola. Quando eu morava em Barbacena -MG, houve relatos da aparição dessa crazy eyes. A escola inteira, qdo falo a escola inteira, é exatamente a mobilização de todos os funcionários para descobrirem o alvoroço nos banheiros durante o intervalo. Tudo começou quando as garotas da 8ª série estavam se arrumando no banheiro para uma apresentação à tarde com musicas e coreografias das Spice Girls. Essas danadas, (provavelmente da zoeira) espalharam o boato da moça do banheiro, os meninos curiosos entravam e saiam do banheiro feminino e espalhavam mais ainda o caos. Em síntese, todos os banheiros ficaram entupidos de papel higiênico e sem água por 3 dias, pois o encanamento da escola foi exorcizado junto com a moça do banheiro. No dia seguinte, todos os alunos em cada turno foram reunidos no pátio da escola para levarem aqueeelaaa broncaaa, dizia a supervisora “Onde já se viu brincar de moça do banheiro, e bla bla bla. Muito bem, estão todos sem água, agradeçam aos envolvidos”.

    Ps Importante.: Ainda bem que eu não participei dessa zoeira ai, porque nesta época a minha mãe trabalhava na escola, já pensou a treta que ia ser?
    Ps Interessante: Nessa época eu não era assídua em reuniões com o duende da desordem.. hehehe , mas estas histórias ficam pra próximos episódios.

    Um abraço à equipe mileniados <3

  • Wesley Samucão

    Fala, Milenial casters! Tudo bom? Esse é o meu primeiro comentário e, depois de ouvir todos os episódios, preciso fazer algumas constatações.
    Como o nosso querido Marcelo Matos, vulgo Guaxa, disse na última leitura de e-mails, a voz da host é linda, “maviosa” define, é forte concorrente a voz mais bela da podosfera brasileira, quiçá mundial hahaha
    Seu Josenaldo, você é demais! Morro de rir com você, sei que um podcast é bom quando me faz passar vergonha no trabalho, rindo, e com seus comentários sempre bem pertinentes e embasados, o Mileniados conseguiu esse selo!
    A participação dos convidados é sempre muito boa, eu to gostando muito de como o cast evoluiu tão rápido, estão todos de parabéns.

    Agora eu gostaria de compartilhar uma história venérea, aconteceu comigo por volta do ano de 2005, creio, eu era moleque é estava na sala de casa, a noite, assistindo tv com meu ti, eis que botamos na globo e vai começar um filme chamado sinais, acho que todos conhecem.
    Pois bem, eu e meu tio sempre fomos machões etc e tal, não tivemos problema em assistir o tal filme que, supostamente, é de terror com ETs. Apenas vale ressaltar uma cena do filme em que o “ET” está no telhado da casa, olhando com aqueles grandes olhos brilhantes para o protagonista(a noite, destacando apenas os olhos).
    Ok, acabou o filme, nenhum grande susto, nada demais. Como era de costume, eu ia ao quintal toda noite, trancar a casa da minha cadela pra ela vigiar a casa ao invés de dormir à noite toda. Fomos eu e meu tio, depois da meia-noite ao quintal, fazer isso e tal. A casa da cadela ficava no fundo do quintal, entre uma mangueira e um pé de abio. Caminhei tranquilo e calmo até o portão da casinha, fechei, então não sei porque, olhei pra cima, na direção da mangueira, havia dois grandes olhos vermelhos fixos em mim, como no filme.
    Olhei pro meu tio, ele também tinha visto os olhos. Virei de Costa e em dois passos entrei em casa, tranquei tudo, nem apaguei a luz, e rezei vários Pai nosso até cair no sono. Jamai
    S esquecerei aquele cagaço, foi algo único na minha vida!
    Desculpem pelo comentário extenso e continuem o ótimo trabalho, beijo.

  • Miguel Nakajima Marques

    Olá Milenial casters.
    Finalmente tomei coragem e terminei de ouvir o ep!
    Sobre histórias de terror na escola: Em 1995 eu estudava em uma escola católica daquelas com longos corredores e teto de madeira. Nesse ano minha escola participou pela primeira vez do “Dia do Desafio”, um evento global que pede que os participantes façam pelo menos 30 minutos de exercícios no dia marcado. A proposta era que todos os alunos e funcionários dessem uma volta caminhando no quarteirão da escola.
    No meio da caminhada começou a chover torrencialmente e fomos todos levados de volta às salas. Enquanto nos secávamos a escola ficou sem energia e um vento violento começou a bater as portas e quebrar alguns vidros da escola.
    Vejam o cenário que se formou: estávamos molhados, no escuro, ouvindo portas batendo e vidros quebrando. Junte isso ao fato de que aprendíamos que “Deus castiga”, que existe inferno e que um dia o mundo seria destruído por Deus e está formado a cena perfeita para histeria coletiva.
    Crianças aterrorizadas chorando (e soltando bexigas e intestinos) amontoadas no fundo da sala enquanto os professores e funcionários tentavam acalmar sem sucesso a situação.
    Foi a experiência mais aterrorizante da minha vida, fruto das circunstâncias somadas ao imaginário infantil.
    Continuem com o ótimo trabalho! Virei fã de vocês e o Mileniados já está na lista de downloads automáticos do meu agregador de podcasts!

  • Gustavo Mario.

    Incrível o podcast de vocês.
    Vim aqui pelo indicação do Marcelo Guaxinim, no Miçangas podcast, no qual a Marina participou.
    Ouvi todos os episódios até agora, gostei muito deles.
    E espero que continuem como esse grande projeto.
    Referente a este episódio, o que posso dizer, bom sempre fui uma criança muito imaginativa então qualquer lenda ou conto era verdade pra mim.
    Sobre o hallowen só tenho uma lembrança, não muito agradável.
    Estava voltando da festa de hallowen que havia ocorrido na minha escola, com meus irmãos mais novos. Era para ser só a gente lá, mas ao fechar a porta todos ouvimos barulhos de panelas caindo da cozinha.
    Ficamos lá paralisados de medo, após um tempo de silêncio. Sai da cozinha correndo em nossa direção, uma pessoa com máscara de um demônio, totalmente vestido de preto com uma faca na mão.
    A nossa reação é claro foi gritar de medo, até que chegando perto de nós, a pessoa tira a máscara e revela ser meu irmão mais velho.
    Deus que susto, o desgraçado havia chegado mais cedo e esperou pela gente para “mostrar” sua nova fantasia. Nunca vi minha mãe tão brava com ele.
    Bom é isso.
    Um abraço e um beijo pra todo mundo do mileniados.